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sábado, 31 de janeiro de 2026
21 DE MARÇO – DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN
21 de março de 2019


Na Sessão Ordinária do dia 18 de março, o vereador e presidente da Comissão de Saúde, Assistência Social e Defesa dos Direitos Humanos, da Criança e do Adolescente e dos Direitos da Mulher, Vagner Selis, fez uso da palavra e proferiu o seguinte discurso:

A Síndrome de Down ocorre quando a pessoa nasce com 47 cromossomos e não 46, como a maioria das pessoas. Nesse caso, é o cromossomo 21 que aparece triplicado em todas as células do corpo. É a ocorrência genética mais comum que existe e atinge UM a cada 700 nascidos, independentemente de etnia, de país ou de religião. 
Apesar de os indivíduos com a síndrome terem algumas semelhanças, como olhos amendoados, baixo tônus muscular e deficiência intelectual, não devemos tratá-los como um grupo uniforme. Todos temos características únicas tanto genéticas, herdadas dos familiares, quanto culturais, sociais e educacionais. 
No Brasil existem aproximadamente 300 mil pessoas com síndrome de Down, de acordo com o IBGE. Segundo o Movimento Down, já há cerca de 40 alunos com Down matriculados nas universidades brasileiras.
Os indivíduos com a Síndrome estudam, trabalham, praticam esportes e convivem com outras pessoas normalmente. 
Todos podemos fazer a diferença no processo de inclusão, para dar oportunidade de viverem vidas plenas e com igualdade.
A Inclusão é um direito do cidadão, um dever do Estado e uma necessidade da sociedade. É essencial respeitar o outro, reconhecendo a diversidade humana. A escola deve desenvolver meios de adaptar os ambientes e as atividades para que as pessoas com necessidades especiais sejam devidamente integradas.  
Inclusão é acolhimento, que produz aprendizados e faz com que a sociedade viva bem e em harmonia. Afinal, mede-se a qualidade de uma civilização pelo respeito que ela tem pelos seus membros mais frágeis. 


foto: caoe educacional